Mostrar mensagens com a etiqueta DI. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DI. Mostrar todas as mensagens

sábado, fevereiro 09, 2008

Diário Insular - Diario Singular

Definamos o que é um diário singular.
Aquele que prefere a inactualidade à actualidade.
Aquele que escolhe começar uma notícia por um acontecimento de 30 de Novembro do ano anterior
e terminá-la por um acontecimento de Fevereiro do ano corrente.
Aquele que toma como título da notícia uma acusação antiga (gula fiscal nos Açores) que, hoje, ( a lei não é contra os açorianos, é para todos os portugueses) já se sabe que não tem fundamento.
Aquele que prefere a propaganda de um mau requerimento de Mota Amaral, com direito a fotografia na edição impressa e a destaque na edição online,
à notícia de um boa resposta do Gabinete de um Ministro.
Aquele que prefere agravar velhos rancores e preconceitos sobre a República,
em vez de contribuir para esclarecer os açorianos sobre as obrigações que lhes cabem na qualidade de portugueses que também são.
Aquele que prefere dar relevo à mentira amaralista de " um novo ataque aos contribuintes açorianos", a salientar que se trata de legislação já velha de 2001.
Aquele que prefere a politização da notícia, à sua verdade nua a e crua.
Aquele que põe uma notícia de "pernas para o ar", de tal maneira que ela fica, literalmente sem "pernas para andar", "nem ponta por onde se lhe pegue".
Em resumo, Senhor Diário Insular - Diário Singular tome as opções editoriais que bem entenda,
mas não nos tome, leitores e assinantes, por diminuídos mentais.








NOTA Segue a notícia, na versão lógica, jornalística e cronologicamente, em que devia ter sido publicada. Sem as óbvias alterações de redacção que se imporiam. Quem quiser ler ao notícia na sua versão deformada pelo DI terá de fazê-lo no próprio jornal.






Na resposta, o Gabinete do Ministro de Estado e das Finanças refere que a obrigação em causa, à qual estão sujeitas as donas de casa como qualquer outra entidade pagadora de rendimentos da Categoria A, “não constitui qualquer novidade, uma vez que existe desde a entrada em vigor do Código do IRS”.Acrescenta ainda que o Regime Geral das Infracções Tributárias, em vigor desde Julho de 2001, estabelece um prazo de cinco anos para a instauração de procedimento contra-ordenacional pela não entrega ou entrega fora do prazo legal da declaração Modelo 10.


Num requerimento enviado a 30 de Novembro ao presidente da Assembleia da República, Mota Amaral e Joaquim Ponte consideram que, “na mira de aumentar a cobrança de receitas, dê lá por onde der, desencadeou o Governo um novo ataque aos contribuintes, na Região Autónoma dos Açores, agora na área do trabalho doméstico”.
De acordo com os deputados sociais-democratas, “cidadãs donas de casa estão a ser notificadas, sob severas cominações, para comparecerem perante a Administração Fiscal, a fim de apresentarem declarações sobre os salários pagos às suas empregadas domésticas”.
“Segundo parece, terão mesmo de arvorar-se em cobradoras de impostos e entregar ao fisco, por retenção na fonte”, afirmam, acrescentando que, “invocando-se um incumprimento de dois anos, logo lhes são aplicadas duas coimas, de 50 euros cada”.
Mota Amaral e Joaquim Ponte sustentam ainda que “nunca o Governo (...) fez quaisquer diligências para esclarecer as donas de casa das novas responsabilidades que lhes tinham sido atribuídas por uma legislação de discutível razoabilidade”.
Neste contexto, questionam o Governo da República sobre se a imposição de coimas retroactivas está a ser aplicada em todo o país ou apenas nos Açores e quanto antevê o executivo cobrar por este método.
Os parlamentares do PSD querem ainda saber “que diligências fez o Governo para divulgar as novas responsabilidades das donas de casa” e se considera “justos” os procedimentos adoptados ou admite rectificá-los.



sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Diario Insular traz alegria e orgulho a todos os açorianos

Diário Insular OnLine



DE ACORDO COM DADOS OFICIAIS REFERENTES A 2005
Economia açoriana converge dois pontos com a Europa.
A economia açoriana aproximou-se mais dois pontos percentuais da média europeia em matéria de produto interno bruto (PIB) per capita, fixando-se em 67 por cento do valor apurado para a União Europeia a 27.

Diário Insular OnLine







Terça-feira passada foi um dia diferente em todos os Açores.
Houve alegría, júbilo e descantes pelas ruas e pelas casas.
E, sobretudo, na alma das pessoas.
Não é isto mesmo que deve acontecer, quando um prestigioso e prestigiado órgão de comunicação social, como é o venerando e respeitável Diário Insular, volta ao redil dos números seguros e da realidade nua e crua dos factos?


É o que deve acontecer, e foi o que aconteceu.


Na segunda-feira, tinha eu pedido à "União" que disponibilizasse ao seu colega de lides jornalísticas, o DI, os números das contas regionais de 2005, que publicara na sua edição desse dia, permitindo ao DI corrigir o pecado por omissão jornalística dos seus exemplares, impressos e on line, de sábado e domingo.
E foi isto mesmo que aconteceu, para satisfação e jubilosa exaltação de todos os açorianos.
Mas há mais.
Se o crime de omissão jornalística do DI de sábado e de domingo era quase perfeito, a sua correcção ( e provável contrição ou, no mínimo, atrição) foi mesmo perfeita.
Desde o título ( economia açoriana converge) até à página (5ª) , até ao desenvolvimento do lead (sempre centrado nos Açores, sem divagações parasitas por outras regiões, ao contrário de "a União", por exemplo) até, ainda, à sua inclusão na página online.
Este último facto, ainda mais valoriza a atitude contrita do DI em relação à " a União," que não apresentou a notícia nos seus destaques online.
É claro que, para o senso comum não-jornalístico, a notícia tinha importância suficiente para saltar para a primeira página de qualquer jornal açoriano ou, pelo menos, merecer chamada alta à primeira página.
Mas não.
Também não aconteceu em nenhum dos dois celebrados jornais da informação terceirense.
Além disso, o "Diário Insular" tinha um ocupante inevitável na sua primeira página daquele dia: Carlos César e o jantar-comício do sábado anterior.
Note-se que, no dia seguinte, o DI terá sentido a necessidade de compensar este "excesso" de "cesarismo"e logo voltou, ao seu "tendencial" "costanevismo".
Veremos como.
Já agora, para terminar, uma pergunta ingénua.
Não haverá necessidade, do ponto de vista jornalístico, de o DI acrescentar algum século, ao século XIX, em que, nesta matéria, ainda parece viver?
Noticiar à terça, acontecimentos de um sábado à noite, nada tem a ver com o século XXI.
No jornalismo do século XXI não há dia para o chinelo caseiro.
Mas, estas últimas são outras contas, para outros dias.
Hoje, fiquemos pelo júbilo de uma vitória do jornalismo.


Image-0533



quinta-feira, dezembro 06, 2007

Afinal, para que servem os Açores?

Diário Insular OnLine



Diário Insular OnLine



Image-0479



Sim, afinal, para que servem os Açores?

Para
Expandir Portugal
(com X, como manda qualquer elementar gramática ou dicionário de português; mesmo os de origem brasileira como o "Houaiss".
ou
Para Extender o País.
(Também com X, como o DI, no título do seu principal artigo da sua vistosa revista de domingo passado, resolveu escrever, contra todos os dicionários ou gramáticas da vasta lusofonia?
E escrever em título garrafal, para mostrar a força e a certeza da sua convicção de recordista persistente em gralhas monumentais.


Claro que nada impede que o DI chame aos Açores EXTENSORES de Portugal.
Só que o extensor
estende.

Por mais que se esforce, nunca conseguirá
extender.